FIRST LOVE 2 — I;



12 anos se passaram desde o dia em que Henry encontrou, no porão, um desenho dele mesmo ao lado de Hyerin. Após tê-la reencontrado e se apaixonado novamente, suas vidas tomaram o rumo esperado: formaram-se, casaram-se, tornaram-se pais. Nesta sequência de “First Love”, o casal bochechas vive repleto de lembranças e boas memórias de tudo aquilo que passaram juntos. Uma em específico, porém, nunca foi mencionada ao marido por parte da mulher. Por que aquele nome nunca foi mencionado antes?

[I] [II] [III] [VI] [V] [VI EPÍLOGO]

I.
         Doze anos haviam se passado. Muitas coisas mudaram e outras continuavam tão simples e belas quanto eram nos tempos de faculdade. Hyerin, agora com 33 anos e Henry, com 34, estavam casados há dez anos e tinham dois filhos. Mike de seis e Lizzy de sete, mas esta morava com eles há apenas um ano e meio. Após passar pela maravilhosa experiência da gravidez, Hyerin decidiu que queria adotar uma criança. Henry ficara um pouco confuso e preocupado com a decisão da esposa, mas após conversas e discussões sérias sobre o assunto, chegaram à conclusão que a adoção era uma ótima escolha. Conversaram com o pequeno Mike sobre isso e ele estava mais do que orgulhoso, já que agora seria um ótimo irmão mais velho e tomaria conta do seu novo ou nova irmãzinha de outra mãe. O que nem ele e nem mesmo seus pais contavam, era com a paixão súbita que surgiu em Hyerin no momento que encontrara com Elizabeth no orfanato. A garota tinha apenas seis anos e perdera os pais em um acidente de carro e, a irmã mais nova, de apenas um ano, havia sido adotada no mês anterior. A garotinha estava completamente sozinha e a mulher se sentia mal ao pensar que preferia um bebê, ao invés de tantas crianças mais velhas e adoráveis em busca de um lar. Após inúmeras visitas ao orfanato, e em todas se apegando ainda mais a garota, ela havia se decidido: Elizabeth seria o mais novo membro da família Lau. Fora difícil para Mike aceitar que não era um bebê que ele tomaria conta, mas sim uma garota crescida e mais velha que ele. Porém, apesar dos atritos, os pais Lau conseguiram reverter tal situação e, aos poucos, a rixa se tornou em um amor fraternal e sem tamanho.
         Hyerin trabalhava como fotógrafa para um Jornal local e fazia trabalhos extras como festas de aniversário, casamentos e demais eventos, assim como trabalhos publicitários. A mulher também fazia fotos por conta própria, o que a tornou popular entre os estudantes do curso. Apesar de tantas responsabilidades, Hyerin conseguia ser uma ótima mãe presente na vida dos filhos, já que tinha todo o seu horário organizado e tomava o devido cuidado de agenda-los com folga. Ao contrário do que Henry pensava, a vida não o livrou de Peter e ambos trabalhavam juntos na Kraüss Aviation Technologies, com Henry na Avaliação e Planejamento das aeronaves experimentais e o loiro ficara com o trabalho pesado, trabalhando na construção das aeronaves planejadas no departamento do amigo. Peter, com agora 35 anos, havia sido pai relativamente cedo, os Lau ainda namoravam quando receberam a notícia de que a ex-namorada do rapaz estava grávida. Apesar de não estarem mais juntos, Peter decidiu arcar com as consequências dos seus atos e acompanhou toda a gravidez de Julie, tornando-se um pai muito coruja, implorando para que o garotinho recebesse seu nome. Peter Júnior estava com onze anos e era o maior orgulho do pai, já que não só na fisionomia, como também em seus atos, Júnior era idêntico ao pai.
         Mesmo tendo crescido, casado, formado famílias e aumentado suas responsabilidades, a amizade entre os três parecia ser a mesma de doze anos atrás. Quando juntos, parecia que o tempo não havia passado, que ainda estavam em Crawford University e que, a qualquer momento, Peter daria alguma indireta sobre o futuro namoro dos dois, irritando Henry e deixando Hyerin envergonhada.
         Era domingo e eles costumavam se reunir uma vez por mês para colocarem a conversa em dia, mesmo sabendo que no dia seguinte os homens se veriam no trabalho. Agora, com a vivência adulta semelhante, o irmão mais novo de Hyerin e a irmã mais nova de Henry foram inseridos no grupo. Era engraçado ter um novo casal em formação para fazer brincadeiras, já que, há quase dois anos, Hyunsik e Whitney viviam um relacionamento não-nomeado, cheio de idas e vindas. Estavam no quintal da casa dos pais de Peter, reunidos em volta da grande piscina dos Jones, enquanto o loiro cuidava das carnes na churrasqueira e Hyunsik surgia com novas bebidas em suas mãos. As crianças estavam sob os cuidados de Sr. e Sra. Jones.
         - Mas é sério, foi hilário. – Hyerin tinha os cabelos soltos e usava óculos de sol, conversava animadamente com o esposo e a cunhada, recebendo o copo de bebida que o irmão trouxera. – Eu cheguei na delegacia e todos os familiares do falecido estavam chorando, quando me viram com a câmera, se arrumaram e sorriram.
         - E o que você fez? – Perguntou Whitney aos risos, enquanto Hyunsik se dirigia para Peter, a fim de ajudá-lo.
         - Tirei a foto, né. Não que tenha sido publicada, mas o pessoal da redação imprimiu e pendurou na minha sala. – Ela riu. – Quase ninguém faz a mínima ideia do que se trata, mas foi um momento único na minha carreira.
         Henry, que estava sentado entre as duas moças, tinha o braço em volta da cintura da esposa e parecia entretido demais nela, ao invés de na sua fala. Tanto que, enquanto as mulheres riam abertamente, ele apenas sorria de canto, com os olhos fixos em cada pequena ação e reação de Hyerin. O cunhado notou aquela cena e apontou para Peter, que precisou conter o riso ou acordaria alguma das crianças que, pelo horário e silêncio da casa, estariam dormindo.
         - Vocês já perceberam como o Henry continua piegas? – Disse ele, chamando a atenção de todos enquanto colocava uma tigela de carnes sobre a mesa. O amigo pareceu acordar do transe assim que ouvira o próprio nome e o encarou confuso.
         - Mas o que é que você já está falando de mim, seu infeliz? – A revolta gratuita arrancou risadas dos presentes e Peter se ajeitou na cadeira.
         - Você aí, todo bestão! Hyerin contando a história super animada e você com cara de retardado olhando pra ela. Meu Deus, tanto tempo juntos e você ainda ‘tá assim? – Negou com a cabeça e recebeu um copo descartável amassado em sua direção.
         - Não tenho culpa se eu sou um cara romântico. – Disse convencido e trouxe a esposa para mais perto de si, beijando-lhe a bochecha, ela riu.
         - Você é a razão pra eu desistir de um relacionamento sério. – Peter fez cara de desinteresse.
         - Sério?! Pensei que fosse a sua falta de sensibilidade. – Revidou Henry, recebendo o dedo do meio como resposta, apenas deu de ombros.
         - Já chega, os dois! – Brigou Hyerin, retirando os óculos escuros e arrumando-se na cadeira. – Mas agora que tocaram no assunto, deixa eu contar uma história...
         - Eu tenho só uma pergunta: É melosa a ponto de me fazer vomitar? – Mais um copo amassado foi jogado sobre o loiro. Henry abriu os lábios para revidar, mas fora impedido pela mulher.
         - Shiu, agora me escutem. Acho que nunca contei pra ninguém a forma como o Henry me pediu em noivado, então...
         - Eu sabia que ia me fazer vomitar. – Peter cruzou os braços.
         - Cala a boca! – Foi a vez de Hyerin jogar algo nele, Peter segurou o riso e ergueu as mãos, em sinal de rendição. – Foi assim, eu estava no trabalho...

11 anos atrás

            Naquela manhã em questão, o clima estava bastante agradável. O vento soprava leve, o sol brilhava na medida certa e nuvens brancas estavam espalhadas pela imensidão azul. Parecia que o responsável lá de cima cooperava para os planos de Henry darem certo, refletindo exatamente o estado de espírito do rapaz.
            O estudante caminhava tranquilo em direção ao Núcleo de Comunicação e Imagem, tendo as mãos nos bolsos e um sorriso bobo no rosto. O cabelo estava pouco molhado e bagunçado, do jeito que a namorada gostava. Usava roupas simples, uma calça jeans e uma camiseta branca, com uma jaqueta vermelha por cima. A jaqueta preferida de Hyerin. Os passos eram calmos, cumprimentava todos que passavam por ele, mesmo os que não conhecia. De longe, era notável a (pré) felicidade do garoto e sua confiança. Se Peter estivesse ao seu lado, com certeza estaria tirando sarro. Se bem que o loiro já estava fazendo isso, mas de longe, é claro.
            Henry adentrou o prédio e cumprimentou o novo recepcionista, explicando que precisava ver a fotógrafa e o passe lhe foi entregue. Andava tanto por lá que imaginava que já deveria ter um fixo, mas regras são regras. Sorriu para o segurança ao mostrar o pequeno cartão e após receber um olhar confuso do homem, sua entrada foi liberada e agora poucos metros de distância o separavam da garota.
            A sala já lhe era conhecida até demais e não precisou perder tempo procurando por ela, já que Hyerin estava bem de frente para o seu campo de visão. Os cabelos, soltos e pouco cacheados, quase o impediram de ver a blusa branca de tão longos que estavam. A franjinha cobria-lhe a testa e o par de óculos arrendados estava em seu rosto. O garoto riu e estranhou o fato, ela detestava usá-los em público, dizia que realçavam suas bochechas. Para ele, continuava linda. Mas era preciso bem mais que um simples elogio para fazer Hyerin Oh sair de casa com eles.
            - Que mágica fizeram pra te fazer sair de óculos? – Perguntou assim que chegou perto dela, puxando a cadeira e virando-a, deixando o encosto para frente, onde apoiou os braços. Hyerin ergueu o rosto ao ouvir a voz conhecida e riu com o comentário, rolando os olhos.
            - Bom dia pra você também. – O corpo se inclinou para frente e aos risos, o rapaz fez o mesmo, selando os lábios dela. – Acordei em cima da hora hoje, só coloquei pra esconder a minha cara de sono.
            - Acho melhor arrumar outro método, porque sua cara de sono ainda ‘tá aí. – Comentou em um tom divertido e a namorada rolou os olhos, usando da mão livre para bater na dele. O rapaz apenas riu mais.
            - Você não deveria estar na aula, piadista? – Os olhos voltaram a analisar o papel que segurava antes da chegada dele, mas não teve muito sucesso. Não conseguiria prestar atenção naquelas letras com Henry Lau ali.
            - Disse certo, deveria. – Deu de ombros. Era raro faltar aulas, não seria o fim do mundo se fizesse isso vez ou outra. – E eu vim especialmente pra te ver, deveria me receber melhor ao invés de me expulsar pra assistir aula.
            - Não ‘tô te expulsando, seu dramático. – Ela riu de novo e deixou os papéis de lado, apoiando o cotovelo na mesa e o rosto na mão, deixando os olhos fixos nele. O rapaz se ajeitou na cadeira e apoiou o queixo sobre os braços, encarando-a também. – Depois eu que participo do Drama Club, né.
            - Você quando quer ser dramática, consegue ser melhor que qualquer estrela de cinema. Hollywood ‘tá te perdendo. – Ele piscou o olho e sorriu travesso, adorava irritá-la naquele aspecto. E sim, Hyerin era muito dramática quando queria, ela mesma sabia disso. Talvez seja por isso que ela nada disse, apenas sorriu e o bateu de novo. – Eu só vim saber se você tem planos pra mais tarde, porque caso tenha, vai precisar cancelar pra almoçar comigo.
            - Invejável a sua compreensão, Henry. – Comentou entre risos, negando com a cabeça. Ele estava estranhamente feliz e brincalhão naquele dia, levantando suspeitas na garota. – Mas não, eu não tenho planos pra mais tarde.
            - Ótimo, então agora você tem. – Sorriu sem mostrar os dentes, ressaltando o tamanho das bochechas e deixando suas covinhas a mostra, fazendo-a erguer a mão e puxar uma delas. – Agora acho melhor eu ir ou você não vai conseguir ler nada dessa folha aí. – Riu e apontou com a cabeça, movendo-se na cadeira, dando indícios que se levantaria, até que voltou a se sentar. – Ah, esqueci uma coisa.
            Hyerin ria das coisas ditas e já se preparava para se despedir, quando o viu se sentar, os olhos demonstraram confusão. A posição que estava antes foi desfeita e agora se encontrava sentada normal, tendo a cabeça pendida para o lado. Henry colocou a mão no bolso da calça e de lá tirou um pequeno saquinho preto de veludo, abrindo o mesmo e retirando de lá dois objetos pequenos que a garota não conseguiu decifrar o que seriam. O rapaz encarou a mão fechada com o conteúdo que tirara e sorriu largo, colocando-a sobre a mesa e finalmente abrindo-a, deixando que dois anéis caíssem sobre a madeira. Ambos eram de prata, sendo um deles uma aliança e o outro, um pequeno anel com uma única pedra de diamante no meio. Os dois foram estendidos na direção dela, que tinha os olhos arregalados e uma das mãos na boca que agora se encontrava aberta diante da surpresa.
            - O que você acha de passar a ser minha noiva? – Henry então ergueu o rosto e passou a encarar a garota nos olhos, sorrindo pequeno e apoiando o queixo novamente no braço que estava sobre o encosto da cadeira. A pobre moça encarava do namorado para os anéis, de forma frenética. Ela riu, mas não como se achasse graça daquilo, mas aquelas risadas incrédulas que saem em momentos de surpresa.
            - Eu deveria te matar. – Disse enquanto apoiava as mãos na mesa e inclinava o corpo para frente, deixando Henry confuso. – Como você faz um pedido desses no meio da redação? Aqui tem um monte de gente, não posso nem te puxar pra um beijo sem chamar atenção. – Ele riu aliviado.
            - Isso foi um sim? Porque se não foi, eu vou ficar um pouco magoado. – Formou um bico nos lábios fazendo-a rir e guiar as mãos ao rosto dele, mantendo-o próximo do seu.
            - É claro que foi, idiota. – Ambos sorriram e a distância foi quebrada quando Hyerin selou os lábios dele.
            - Olha essa pouca vergonha por aqui, hein. – Tracy, uma das amigas de Hyerin que trabalhava ali comentou ao passar por eles, fazendo-os se afastarem um pouco aos risos.
            - Eu acabei de noivar, estou no meu direito. – Gritou Hyerin, voltando a puxar Henry para perto de si, deixando Tracy de boca aberta por uns três segundos, para logo depois espalhar a notícia por toda a redação.

         - Eu tive sorte que meu chefe não estava na redação naquele dia. – Ela ria ao lembrar do alvoroço que ficou o local diante do beijo deles em meio aquilo tudo. – Caso contrário eu teria levado uma baita bronca.
         - Isso foi um sim? Porque se não foi, eu vou ficar um pouco magoado.  – Peter afinou a voz para imitar o amigo e antes que recebesse um xingamento, ele riu. – Mas olha aí, bochecha! Curti o pedido, piegas igual, mas foi da hora.
         - É claro que foi, fui eu quem fez. – Ele abriu os braços e forjou uma expressão incrédula.
         - Vê se abaixa o ego, Henry. – Disse Whitney. – Mas realmente, até que foi fofinho. Você podia dividir sua criatividade com os demais. – E após dizer isto, levou o copo que segurava à boca, desviando o olhar para o lado.
         - Indireta recebida com sucesso, Whit. – Hyunsik finalmente disse algo, piscando para ela de forma divertida e recebeu um rolar de olhos como resposta. Os demais riram com o clima pesado que se instalou.
         - Ei, vocês! Quem paga de terapeuta de casal é a minha mãe e ela ‘tá lá dentro, se querem se resolver vão atrás dela. – Garrafas e copos foram deixados sobre a mesa. – E você aí, ô rei do piegas, deveria me agradecer porque se não fosse por mim você ficaria sem sua amada. – Um silêncio se instalou no local e todos o encaravam com uma expressão curiosa.
         Principalmente Hyerin.


(Continua...) 
2 comentários
  1. Muito acurada essa escolha de adoção pós primeira gravidez pra Bochechas, até pq é um tema importante a se tratar, principalmente em relação a crianças mais velhas x bebês, e pausa, Elizabeth <3 nome favorito da vida, pontos extras.
    “Ao contrário do que Henry pensava, a vida não o livrou de Peter” EU TO RINDO? TO RINDO ALTO. Kkkkkk
    Ok, Peter Junior era uma mala adorável /foge.
    Basicamente, colocaram os cunhados na roda para ter com quem fazer bullying, estou surpresa? Nem um pouco, principalmente com Henry.
    Meu Deus, Peter, tu não mudou nada mesmo seu cretino, AMO kkkkkkkkkk
    “Sério?! Pensei que fosse a sua falta de sensibilidade.” Ouch. So Sassy! E pelo visto nem essa criança mudou kkkkkkkkkkkkk
    “– Eu só vim saber se você tem planos pra mais tarde, porque caso tenha, vai precisar cancelar pra almoçar comigo.” Ai você não sabe se bate ou se morde essa criatura.
    Eu juro que foi sem querer mas o “não vai se ajoelhar?” seguido do “ele pequeno, nem precisa” foi involuntário kkkk
    E que displicência é essa ohmi? Hyerin devia mesmo te matar.
    Olha eu sei que era “eu tô no meu direito” mas minha cabeça completou com um “dá licença?” fácil, claramente culpa sua kkk
    “- Indireta recebida com sucesso, Whit.” Hyunsik eu já tô indo com sua cara, continue assim. kkkkkk

    COMO ASSIM PETER? COMO ASSIM? KD O RESTO?

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    1. Olá, olá! ♥ a ideia de adoção veio de dona Eloanne, na época que eu comecei a escrever ela me deu MUITAS ideias (na verdade, ainda temos muitas para outras sequências HUAHAUH) e eu quis isso justamente pra tentar falar desse assunto, que crianças mais velhas merecem um lar tanto quanto crianças pequenas. SIM, NOME LINDO, NÉ? Na verdade, foi uma tentativa de fazer referência a Lizzy, do AS, no meio da fic xD HAHA
      AMIGA, CÊ ACHA que a vida ia livrar o Henry do Peter? Se conseguiu aguentar do jardim de infância até a universidade, o resto era fichinha HAUHAUHA
      Exatamente, o Henry quis se vingar dos bullyings sofridos anos atrás
      PETER CRETINO, TELL ME THE NEWS! HAHAHA amiga, eu fico feliz que tenha conseguido manter as personalidades e que você tenha gostado tanto HAUAHUHA

      HENRY É UM MARAVILHOSO, ce acha MESMO que eu ia perder a oportunidade de colocar esse deuso sendo a coisa mais linda desse mundo? Não ia

      E sobre "Eu juro que foi sem querer mas o “não vai se ajoelhar?” seguido do “ele pequeno, nem precisa” foi involuntário kkkk" você não vale nada, um beijo HAUHAUHAUH
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK CLARO, NÉ! Eu num aguento.

      Mano, cê vai A M A R o Hyun daqui pra frente, de certeza HAUHAUH

      EITA JEOVÁ! Próximo sábado tem mais, miga ♥

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